MARGEM UNITÁRIA NÃO MOSTRA SOZINHA O MELHOR USO DA CAPACIDADE.
A dor que aparece na superfície não determina, sozinha, a causa. A M.E.T.A. começa mudando a pergunta antes de escolher a ferramenta.
A planilha aponta margem alta. O produto parece atraente.
Mas vender mais dele nem sempre faz o resultado total crescer como esperado.
O produto aparentemente mais lucrativo é sempre o melhor uso da capacidade da empresa?
MARGEM UNITÁRIA NÃO MOSTRA SOZINHA O MELHOR USO DA CAPACIDADE.
A dor que aparece na superfície não determina, sozinha, a causa. A M.E.T.A. começa mudando a pergunta antes de escolher a ferramenta.
Algumas hipóteses que a M.E.T.A. investigaria antes de recomendar qualquer ação:
Dois produtos com margens parecidas podem consumir tempos muito diferentes do recurso realmente escasso.
Aceitar mais de um item pode reduzir espaço para outro que gera mais contribuição no mesmo gargalo.
Uma porcentagem maior não significa necessariamente maior contribuição por unidade da capacidade limitada.
Rateios podem mudar a aparência da rentabilidade sem mudar o fluxo físico ou a capacidade disponível.
Produtos podem ter ciclos muito diferentes até virar entrega, faturamento e recebimento.
A análise isolada pode não enxergar o efeito do conjunto de pedidos sobre o recurso restritivo.
Importante: são hipóteses. O diagnóstico real depende de evidências da empresa.
Na Fênix, produtos eram comparados principalmente pela margem apresentada na planilha. O maior percentual parecia naturalmente a melhor escolha.
A investigação: A M.E.T.A. acrescentou outra pergunta: quanto de capacidade crítica cada alternativa consome e quanto resultado ela gera dentro dessa limitação?
A descoberta: A ordem dos produtos mudou quando a empresa deixou de olhar apenas margem unitária e passou a relacionar contribuição com o recurso que limitava a entrega.
Qual produto tem maior margem?
Qual alternativa gera melhor resultado usando a capacidade que realmente limita a empresa?
A M.E.T.A. não elimina as ferramentas que a empresa já usa. Ela ajuda a colocá-las dentro de uma lógica de decisão orientada por necessidade, fluxo, capacidade, capital e ganho.
Se dois produtos disputarem amanhã a mesma hora do seu gargalo, sua planilha mostra qual deles deve receber essa hora?
Se essa resposta não estiver clara, existe uma investigação a fazer antes de escolher a solução.
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